Iodo
é um mineral especialmente concentrado nos hormônios da tireóide, que
controlam a taxa metabólica, o crescimento, a reprodução, a formação de células
sanguíneas, as funções nervosas e musculares e a temperatura corporal.
O
iodo é poderosíssimo para ativar a glândula tiróide, a qual regulariza e
acelera mais um pouco o metabolismo, além de proteger da entrada de parasitas
perigosos nos delicados tecidos nervosos do cérebro.
Como
a distribuição de iodo no meio ambiente é desigual, certas áreas, sobretudo as
mais distantes do mar, produzem alimentos que não fornecem iodo em quantidade
suficiente ao ser humano; isso gera doenças características de disfunção da
tireóide, como bócio, ou papada, e retardamento mental; por isso decidiu-se acrescentar
iodo ao sal de cozinha. Em 1983 havia 400 milhões de pessoas com carência de
iodo nas regiões mais pobres do mundo, e 112 milhões nas regiões mais ricas.
Por outro lado, doses excessivas de iodo também podem
deprimir a atividade da tireóide, produzindo sintomas semelhantes aos da
carência.
SINAIS DE ALARME: fome descontrolada, aumento de peso,
ansiedade, taquicardia, suores, proeminência dos olhos.
A
recomendação diária para iodo é de 0.15 a 0.20 mg. Mas pesquisadores
atentos como o professor José Luiz Garcia, de SP, observam que a dose
satisfatória de iodo na alimentação deveria ser pautada pelo consumo japonês,
que é quase 100 vezes isso: 15 a 18 mg de iodo diários.
O
iodo é um poderoso fungicida. Daí sua extrema importância na candidíase.
Níveis
ótimos de iodo evitam que o radiativo iodo-131 se instale na tireóide e nos
órgãos reprodutivos.
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Cuide
Bem de Você!
Lena
Rodriguez
CHEIRO DE MATO
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