Sua doença é o seu aliado, não seu inimigo
MÁFIA MÉDICA "A Máfia Médica" é o título do livro que custou à doutora Ghislaine Lanctot a sua expulsão do colégio de médicos e a retirada da sua licença para exercer medicina. Trata-se provavelmente da denuncia, publicada, mais completa, integral, explícita e clara do papel que O livro expõe, por um lado, a errônea concepção da saúde e da enfermidade, que tem a sociedade ocidental moderna, fomentada por esta máfia médica que monopolizou a saúde pública criando o mais lucrativo dos negócios.
Para além de falar sobre a verdadeira natureza das enfermidades, explica como as grandes empresas farmacêuticas controlam não só a investigação, mas também a docência médica, e como se criou um Sistema Sanitário baseado na enfermidade em vez da saúde, que cronifica enfermidades e mantém os cidadãos ignorantes e dependentes dele. O livro é pura artilharia pesada contra todos os medos e mentiras que destroem a nossa saúde e a nossa capacidade de auto-regulação natural, tornando-nos manipuláveis e completamente dependentes do sistema. A seguir, uma bela entrevista à autora, realizada por Laura Jimeno Muñoz para Discovery Salud:
Ele
compreende cinco tópicos: medicina
significa negocio; um sistema de enfermidade; a máfia médica; as autoridades
mentem; a máfia, uma necessidade evolutiva.
MEDICINA
SIGNIFICA NEGOCIO
A autora de A Máfia Médica acabou os
seus estudos de Medicina em 1967, numa época em que - como ela mesma confessa –
estava convencida de que a Medicina era extraordinária e, de que antes do final
do séc. XX se teria o necessário para curar qualquer enfermidade. Só que essa
primeira ilusão foi-se apagando até extinguir-se.
Por que essa decepção?
GL: Porque comecei a ver muitas coisas que me
fizeram refletir. Por exemplo, que nem todas as pessoas respondiam aos
maravilhosos tratamentos da medicina oficial. Para, além disso, naquela época
entrei em contacto com várias terapias suaves – ou seja, praticantes de
terapias não agressivas (em francês Médecine Douce) – que não tiveram
problema algum em me abrir as suas consultas e em deixar-me ver o que faziam.
Rapidamente concluí que as medicinas não agressivas são mais eficazes, mais
baratas e, ainda por cima, têm menores efeitos secundários.
E suponho que começou a perguntar-se
por que é que na Faculdade ninguém lhe havia falado dessas terapias
alternativas não agressivas?
GL: Assim foi. Logo a minha mente foi mais
além e comecei a questionar-me como era possível que se chamassem charlatães a
pessoas a quem eu própria tinha visto curar e lado, como médico tinha participado
em muitos congressos internacionais e dei-me conta de que todas as
apresentações e depoimentos que aparecem em tais eventos estão controladas e
requerem, obrigatoriamente, ser primeiro aceites pelo comitê científico
organizador do congresso.
E quem designa esse comitê científico?
GL: Pois geralmente quem financia o evento: a
indústria farmacêutica. Sim, hoje são as multinacionais quem decide, até o que
se ensina aos futuros médicos nas faculdades e o que se publica e expõe nos
congressos de medicina! O controlo é absoluto.
E isso foi clarificador para si…?
GL: E muito! Dar-me conta do controlo e da
manipulação a que estão sujeitos os médicos – e os futuros médicos, ou sejam os
estudantes – fez-me entender claramente que a Medicina é, antes de tudo, um
negócio. A Medicina está hoje controlada pelos seguros-públicos ou privados, o
que dá na mesma, porque enquanto alguém tem um seguro perde o controlo sobre o
tipo de medicina a que acede. Já não pode escolher. E há mais, os seguros
determinam inclusivamente o preço de cada tratamento e as terapias que se vão
praticar. Esse olharmos para trás das companhias de seguros ou da segurança
social… encontramos o mesmo.
O poder econômico?
GL: Exato, é o dinheiro quem controla
totalmente a Medicina. E a única coisa que de verdade interessa a quem maneja
este negócio é ganhar dinheiro. E como ganhar mais? Claro, tornando as pessoas
doentes …. porque as pessoas sãs, não geram ingressos. A estratégia consiste em
suma, em ter enfermos crônicos que tenham que consumir o tipo de produtos
paliativos, ou seja, para tratar só sintomas, medicamentos para aliviar a dor,
baixar a febre, diminuir a inflamação. Mas, nunca fármacos que possam resolver
uma doença. Isso não é rentável, não interessa. A medicina atual está concebida
para que a gente permaneça enferma o maior tempo possível e compre fármacos; se
possível, toda a vida.
UM
SISTEMA DE ENFERMIDADE
Deduzo que essa é a razão pela qual no
seu livro se refere ao sistema sanitário como "sistema de
enfermidade"
GL: Efetivamente. O chamado sistema sanitário
é na realidade um sistema de enfermidade. Pratica-se uma medicina da
enfermidade e não da saúde. Uma medicina que só reconhece a existência do corpo
físico e não tem em conta nem o espírito, nem a mente, nem as emoções. E que
para, além disso, trata apenas o sintoma e não a causa do problema. Trata-se de
um sistema que mantém o paciente na ignorância e na dependência, e a quem se
estimula para que consuma fármacos de todo o tipo.
Supõe-se que o sistema sanitário está ao
serviço das pessoas!
GL: Está ao serviço de quem dele tira
proveito: a indústria farmacêutica. De uma forma oficial – puramente ilusória –
o sistema está ao serviço do paciente, mas oficiosamente, na realidade, o
sistema está às ordens da indústria que é quem move os fios e mantém o sistema
de enfermidade em seu próprio benefício. Em suma, trata-se de uma autêntica
máfia médica, de um sistema que cria enfermidades e mata por dinheiro e por
poder.
E que papel desempenha o médico nessa
máfia?
GL: O médico é – muitas vezes de uma forma
inconsciente, é verdade – a correia de transmissão da grande indústria. Durante
os 5 a 10
anos que passa na Faculdade de Medicina o sistema encarrega-se de lhe inculcar
uns determinados conhecimentos e de lhe fechar os olhos para outras
possibilidades. Posteriormente, nos hospitais e congressos médicos, é-lhe
reforçada a idéia de que a função do médico é curar e salvar vidas, de que a
enfermidade e a morte são fracassos que deve evitar a todo o custo e de que o
ensinamento recebido é o único válido. E mais, ensina-se-lhes que o médico não
deve implicar-se emocionalmente e que é um «deus» da saúde. Daí resulta que
exista caça às bruxas entre os próprios profissionais da medicina. A medicina
oficial, a científica, não pode permitir que existam outras formas de curar que
não sejam servis ao sistema.
O sistema, de fato, pretende fazer
crer que a única medicina válida é a chamada medicina científica, a que você
aprendeu e que renegou. Precisamente no mesmo número da revista em que vai
aparecer a sua entrevista, publicamos um artigo a respeito.
GL: A medicina científica está enormemente
limitada porque se baseia na física materialista de Newton: tal efeito obedece
a tal causa. E, assim, tal sintoma precede a tal enfermidade e requer tal
tratamento. Trata-se de uma medicina que ademais só reconhece o que se vê, se
toca, ou se mede e nega toda a conexão entre as emoções, o pensamento, a
consciência e o estado de saúde do físico. E quando a importunamos com algum
problema desse tipo cola a etiqueta de enfermidade psicossomática ao paciente e
envia-o para casa.
É dizer, que no que lhe toca, a medicina convencional só se ocupa em fazer desaparecer os sintomas.
GL: Salvo no que se refere à cirurgia, os
antibióticos e algumas poucas coisas mais, como os modernos meios de
diagnóstico, sim. Dá a impressão de curar, mas não cura. Simplesmente
elimina a manifestação do problema no corpo físico, mas este, cedo ou tarde,
ressurge.
Pensa que, dão melhor resultado as
chamadas medicinas suaves ou não agressivas.
GL: São uma melhor opção porque tratam o paciente de uma forma holística e ajudam-no a curar… mas tão pouco curam. Olhe, qualquer das chamadas medicinas alternativas constituem uma boa ajuda, mas apenas isso: complementos! Porque o verdadeiro médico é o próprio. Quando está consciente da sua soberania sobre a saúde, deixa de necessitar de terapeutas. O Enfermo é o único que pode curar-se. Nada pode fazê-lo em seu lugar. A autocura é a única medicina que cura.
A questão é que o sistema trabalha para que
esqueçamos a nossa condição de seres soberanos e nos convertamos em seres
submissos e dependentes. Em nossas mãos
está, pois, romper essa escravidão.
E, em sua opinião, por que é que as
autoridades políticas, médicas, mediáticas e econômicas o permitem? Porque os
governos não acabam com este sistema de enfermidade, que por outro lado, é
caríssimo?
GL: Acerca disso, tenho três hipóteses. A primeira é que talvez não saibam que
tudo isto se passa… mas é difícil de aceitar porque a informação está ao seu
alcance há muitos anos e nos últimos vinte anos foram já várias as publicações
que denunciaram a corrupção do sistema e a conspiração existente. A segunda hipótese é que não podem
acabar com ele… mas também resulta como difícil de acreditar porque os governos
têm poder.
E a terceira, suponho, é que não
querem acabar com o sistema.
GL: Pois o certo é que, eliminadas as outras
duas hipóteses, essa parece a mais plausível. E se um Governo se nega a acabar com um sistema que arruína e mata os
seus cidadãos é porque faz parte dele, porque faz parte da máfia.
A
MAFIA MÉDICA
Quem, em sua opinião, integra a
"máfia médica"?
GL: Em diferentes escalas e com distintas
implicações, com certeza, a indústria farmacêutica, as autoridades políticas,
os grandes laboratórios, os hospitais, as companhias seguradoras, as Agencias
dos Medicamentos, as Ordens dos Médicos, os próprios médicos, a Organização
Mundial de Saúde (OMS) – o Ministério da Saúde da ONU - e, com certeza, o
governo mundial na sombra do dinheiro.
Entendemos que para si, a Organização
Mundial da Saúde é "a máfia das máfias"?
GL: Assim é. Essa organização está
completamente controlada pelo dinheiro. A OMS é a organização que estabelece,
em nome da saúde, a "política de enfermidade" em todos os países.
Todo o mundo tem que obedecer cegamente às diretrizes da OMS. Não há
escapatória. De fato, desde 1977, com a Declaração de Alma Ata, nada pode
escapar ao seu controle.
Em que consiste essa declaração?
GL: Trata-se de uma declaração que dá à OMS os
meios para estabelecer os critérios e normas internacionais da prática médica.
Assim, foi retirada aos países a sua soberania em matéria de saúde para
transferi-la para um governo mundial não eleito, cujo "ministério da
saúde" é a OMS. Desde então, "direito à saúde" significa
"direito à medicação". Foi assim que, impuseram as vacinas e os
medicamentos, a toda a população do globo.
Uma ação que não se questiona
GL: Claro, porque, "quem vai ousar
duvidar das boas intenções da Organização Mundial de Saúde?" Com certeza,
há que perguntar quem controla, por sua vez essa organização através da ONU? O
poder econômico!
Crê que, nem sequer as organizações
humanitárias escapam a esse controle?
GL: Com certeza que não. As organizações
humanitárias também dependem da ONU, ou seja, do dinheiro das subvenções. E,
portanto, as suas atividades estão igualmente controladas. Organizações como
Médicos Sem Fronteiras acreditam que servem altruisticamente as pessoas, mas na
realidade servem ao dinheiro.
Uma máfia sumamente poderosa!
GL: Onipotente, diria eu. Eliminou toda a
competência. Hoje em dia, "orientam-se” os investigadores. Os dissidentes
são encarcerados, manietados e reduzidos ao silêncio. Aos médicos
"alternativos" intitulam-nos de loucos, retiram-lhes a licença, ou
encarceram-nos, também. Os produtos alternativos rentáveis caíram igualmente
nas mãos das multinacionais graças às normativas da OMS e às patentes da
Organização Mundial do Comércio. As autoridades e os seus meios de comunicação
social ocupam-se a alimentarem, entre a população, o medo da enfermidade, da
velhice e da morte. De fato, a obsessão por viver mais ou, simplesmente, por
sobreviver, fez prosperar inclusivamente o tráfico internacional de órgãos,
sangue e embriões humanos. E em muitas clínicas de fertilização, na realidade
"fabricam-se" uma multitude de embriões, que logo se armazenam para
serem utilizados em cosmética, em tratamentos rejuvenescedores, etc. Isso sem
contar com o que se irradiam os alimentos, se modificam os genes, a água está
contaminada, o ar envenenado. E mais, as crianças recebem, absurdamente, até 35
vacinas antes de irem para a escola. E assim, cada membro da família tem já o
seu comprimido: o pai, o Viagra; a mãe, o Prozac; o filho, o Ritalin. E tudo
isto para quê? Porque o resultado é conhecido: os custos sanitários sobem e
sobem, mas as pessoas continuam adoecendo e morrendo da mesma forma.
AS
AUTORIDADES MENTEM
O que explica do sistema sanitário
imperante é uma realidade que cada vez mais gente começa a conhecer, mas
surpreenderam-nos alguns das suas afirmações a respeito do que define como as
três grandes mentiras das autoridades políticas e sanitárias.
GL: Pois reitero-o: as autoridades mentem
quando dizem que as vacinas nos protegem, mentem quando dizem que a AIDS é
contagiosa e mentem quando dizem que o câncer é um mistério.
Bem, falaremos disso ainda que, já lhe
adianto, na revista não compartilhamos alguns dos seus pontos de vista. Se lhe
parece bem, podemos começar por falar das vacinas. Em nossa opinião, a sua
afirmação de que nenhuma vacina é útil, não se sustém. Uma coisa com que
concordamos, é que algumas são ineficazes e outras inúteis; às vezes, até
perigosas.
GL: Pois eu mantenho todas as minhas
afirmações. A única imunidade autêntica é a natural e essa a desenvolve 90% da
população, antes dos 15 anos. E mais, as vacinas artificiais curto-circuitam
por completo o desenvolvimento das primeiras defesas do organismo. E que as
vacinas têm riscos, é algo muito evidente; apesar de se ocultar. Por exemplo, uma
vacina pode provocar a mesma enfermidade para que se destine. Porque não se
adverte? Também se oculta que a pessoa vacinada pode transmitir a enfermidade
ainda que não esteja enferma. Assim mesmo, não se diz que a vacina pode
sensibilizar a pessoa perante a enfermidade. Ainda que o mais grave seja que se
oculte a inutilidade, constatada, de certas vacinas.
A qual se refere?
GL: Às das enfermidades como a tuberculose e
o tétano, vacinas que não conferem nenhuma imunidade; a rubéola, de que 90% das
mulheres estão protegidas de modo natural; a difteria, que durante as maiores
epidemias só alcançava a 7% das crianças apesar disso, hoje, vacina todos; a
gripe, a hepatite B, cujos vírus se fazem rapidamente resistentes aos anticorpos
das vacinas.
E até que ponto pode ser também
perigoso?
GL: As inumeráveis complicações que causam as
vacinas – desde transtornos menores até à morte – estão suficientemente
documentadas; por exemplo, a morte súbita do lactante. Por isso há já numerosos
protestos de especialistas na matéria e são inúmeras as demandas judiciais que
foram interpostas contra os fabricantes. Por outra parte, quando se examinam as
conseqüências dos programas de vacinações massivas extraem-se conclusões
esclarecedoras.
Agradeceria que mencionasse algumas
GL: Olhem, em primeiro lugar as vacinas são caras e constituem para o Estado um gasto de mil milhões de euros ao ano. Portanto, o único benefício evidente e seguro das vacinas… é o que obtém a indústria. Além disso, a vacinação estimula o sistema imunitário, mas repetida a vacinação o sistema esgota-se. Portanto, a vacina repetida pode fazer, por exemplo, estalar a "sida silenciosa" e garantir um "mercado da enfermidade", perpetuamente florescente. Mais dados: a vacinação incita à dependência médica e reforça a crença de que o nosso sistema imune é ineficaz. Ainda o mais horrível é que a vacinação facilita os genocídios seletivos, pois permite liquidar pessoas de certa raça, de certo grupo, de certa região… Serve como experimentação para testar novos produtos sobre um amplo mostruário da população e uma arma biológica potentíssima ao serviço da guerra biológica porque permite interferir no patrimônio genético hereditário de quem se queira.
Bom, é evidente que há muitas coisas
das quais se pode fazer um bom ou mau uso, mas isso depende da vontade e
intenção de quem as utiliza. Bem, falemos se lhe parece, da segunda grande
mentira das autoridades: você afirma que a Sida não é contagiosa. Perdoe-me,
mas assim como o resto das suas afirmações nos pareceram pensadas e razoáveis,
neste âmbito não temos visto que argumente essa afirmação.
GL: Eu afirmo que a teoria de que o único
causador da sida é o VIH o Vírus da Imunodeficiência adquirida é falsa. Essa é
a grande mentira. A verdade é que ter o VIH não implica necessariamente
desenvolver sida. Porque a sida não é senão uma etiqueta que se
"coloca" num estado de saúde a que dão lugar numerosas patologias
quando o sistema imunitário está em
baixo. E nego que ter sida equivalha à morte segura. Mas,
claro, essa verdade não interessa. As autoridades impõem-nos à força a idéia de
que a Sida é una enfermidade causada por um só vírus apesar de o próprio Luc
Montagnier,do Instituto Pasteur, co-descobridor oficial do VIH enm1983, ter
reconhecido já em 1990, que o VIH não é suficiente por si só para causara sida.
Outra evidência é o fato de que há numerosos casos de sida, sem vírus VIH e
numerosos casos de vírus VIH, sem sida (soropositivos). Por outro lado, ainda
não se conseguiu demonstrar que o vírus VIH cause a sida, e a demonstração é
uma regra científica elementar para estabelecer uma relação causa-efeito, entre
dois fatores. O que se sabe, sem dúvida, é que o VIH é um retrovirus inofensivo
que só se ativa quando o sistema imunitário está debilitado.
Você afirma no seu livro que o VIH foi
criado artificialmente num laboratório
GL: Sim. Investigações de eminentes médicos
indicam que o VIH foi criado enquanto se faziam ensaios de vacinação contra a
hepatite B em grupos de homossexuais. E tudo indica que o continente africano
foi contaminado do mesmo modo durante campanhas de vacinação contra a varíola.
Claro que outros investigadores vão mais longe ainda e afirmam que o vírus da
sida foi cultivado como arma biológica e depois deliberadamente propagado
mediante a vacinação de grupos de população que se queriam exterminar.
Também observamos que ataca duramente
a utilização do AZT para tratar a sida
GL: Já no Congresso sobre SIDA celebrado em
Copenhague em Maio de 1992 os superviventes da sida afirmaram que a solução então
proposta pela medicina científica para combater o VIH, o AZT, era absolutamente
ineficaz. Hoje isso está fora de qualquer dúvida. Pois bem, eu afirmo que se
pode sobreviver à sida… mas não ao AZT. Este medicamento é mais mortal que a
sida. O simples senso comum permite entender que não é com fármacos imunodepressores
que se reforça o sistema imunitário. Olhe, a sida converteu-se noutro grande
negócio. Por isso, promociona-se amplamente combatê-lo, porque ele dá muito
dinheiro à indústria farmacêutica. É tão simples quanto isto.
Falemos da "terceira grande
mentira" das autoridades: a de que o câncer é um mistério
GL: O chamado câncer, ou seja, a massiva
proliferação anômala de células, é algo tão habitual que todos o padecemos
varias vezes ao longo da nossa vida. Só que quando isso sucede, o sistema
imunitário atua e destrói as células cancerígenas. O problema surge quando o
nosso sistema imunitário está débil e não pode eliminá-las. Então o conjunto de
células cancerosas acaba crescendo e formando um tumor.
E é nesse momento quando se entra na
engrenagem do "sistema de enfermidade"
GL: Assim é. Porque quando se descobre um
tumor se oferece de imediato ao paciente, com o pretexto de ajudá-lo, que
escolha entre estas três possibilidades ou "formas de tortura":
amputá-lo (cirurgia), queimá-lo (radioterapia) ou envenena-lo (quimioterapia).
Escondendo-se-lhe, que existem remédios alternativos eficazes, inócuos e
baratos. E depois de quatro décadas de "luta intensiva” contra o câncer,
qual é a situação nos próprios países industrializados? Que a taxa de
mortalidade, por câncer, aumentou. Esse simples fato põe em evidência o
fracasso da sua prevenção e do seu tratamento. Desperdiçaram-se milhares de
milhões de euros e tanto o número de doentes, como o de mortos, contínua
crescendo. Hoje sabemos a quem beneficia esta situação. Como sabemos quem a
criou e quem a sustem. No caso da guerra, todos sabemos que esta beneficia
sobretudo aos beneficia são os fabricantes e traficantes do "armamento
contra o câncer" ou seja, quem está detrás da quimioterapia, da
radioterapia, da cirurgia e de toda a industria hospitalar.
A
MAFIA, UMA NECESSIDADE EVOLUTIVA
No entanto, apesar de tudo, mantém que
a máfia médica é uma necessidade evolutiva da humanidade. Que quer dizer com essa
afirmação?
GL: Verá, pense num peixe comodamente
instalado no seu aquário. Enquanto tem água e comida, tudo está bem, mas se lhe
começa a faltar o alimento e o nível da água desce perigosamente o peixe
decidirá saltar para fora do aquário buscando uma forma de se salvar. Bom, pois
eu entendo que a máfia médica nos pode empurrar a dar esse salto
individualmente. Isso se houver muita gente que prefira morrer a saltar.
Mas para dar esse salto é preciso um
nível de consciência determinado
GL: Sim. E eu creio que se está elevando
muito e muito rapidamente. A informação que antes se ocultava agora é pública:
que a medicina mata pessoas, que os medicamentos nos envenenam, etc. Ademais, o
médico alemão Ryke Geerd Hamer demonstrou
que todas as enfermidades são psicossomáticas e as medicinas não agressivas
ganham popularidade. A máfia médica desmoronar-se-á como um castelo de naipes
quando 5% da população perder a sua confiança nela. Basta que essa percentagem da população mundial seja consciente e
conectado com a sua própria divindade. Então decidirá escapar à
escravatura a que tem sido submetida pela máfia e o sistema atual derrubará.
Tão simples como isto.
E em que ponto crê que estamos?
GL: Não sei quantificá-lo, mas penso que
provavelmente em menos de 5 anos todo o mundo se dará conta de que quando vai
ao médico vai a um especialista da enfermidade e não a um especialista da
saúde. Deixar de lado a chamada "medicina científica" e a segurança
que oferece, para ir a um terapeuta é já um passo importante. Também o é perder
o respeito e a obediência cega ao médico. O grande passo é dizer não à
autoridade exterior e dizer sim à nossa autoridade interior.
E o que é que nos impede de romper com
a autoridade exterior?
GL: O medo. Temos medo de não chamar o
médico. Mas é o medo, por si próprio, quem nos pode enfermar
e matar. Nós morremos de medo.
Esquecermo-nos que a natureza humana é divina, o que quer dizer,
concebida para nos comportarmos como deuses. E desde quando os deuses têm medo?
Cada vez que nos comportamos de maneira
diferente da de um deus pomo-nos enfermos. Essa é a realidade.
E o que podem fazer os meios de
comunicação para contribuir para a elevação da consciência nesta matéria?
GL: Informar sem tentar convencer. Dizer o
que sabeis e deixar às pessoas fazer o que queiram com a informação. Porque intentar convencê-las será impor
outra verdade e de novo estaríamos noutra guerra. Necessita-se apenas
dar referencia. Basta dizer as coisas. Logo, as pessoas as escutarão se
ressoarem nelas. E, se o seu medo for maior do que o seu amor por si mesmo,
dirão: "Isso é impossível". Se pelo contrário têm aberto o coração, escutarão e questionarão as suas
convicções. É então, nesse momento, quando quiserem saber mais,
que se lhes poderá dar mais informação.
A
VERDADEIRA SAÚDE É SE HARMONIZAR COM UM NOVO TEMPO!
SUA
DOENÇA É O SEU ALIADO, NÃO SEU INIMIGO.
Este é um artigo publicado no "La Vanguardia em
27/11/2002", é uma entrevista antiga, mas de grande interesse. A
Entrevistada por Victor-M. Amela é Ghislaine Lanctot (que aparece na foto ao
lado), uma ex-médica e autora de "A Máfia Médica", que desafia o
atual sistema de saúde.
Tenho 61 anos e nasci em Montreal (Canadá). Fui médica e hoje sou Ghislaine Lactot, médica da alma. Política? Soberania individual! Acredite em si mesmo: você é divino e se esqueceu. A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro "A Máfia Médica".
Certa vez, quando havia me decidido a fechar meu consultório, um cliente entrou e falou:
- Estou gripado, o que você me receita?
Contrariando todas as práticas médicas que haviam pautado a minha conduta até então, resolvi responder: Nada.
- Como? Nem um pouco de Frenadol?
Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai lhe dar a receita.
- Mas eu fico na cama ou não?
Pergunte a si mesmo, e faça o que você sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!
- Mas suponhamos que eu siga os seus conselhos e o que faço com os vírus que não se importam com o que eu acredito?
Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. Sua atitude é: "Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio"!
- Claro que sim, como todos...
Bem, aí está... Será que em seu subconsciente você não esteja pensando assim. "Eu me dei uma gripe de presente. Eu sou o responsável! Devo me cuidar um pouco". E eu gostaria de ir para a cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu tenho me maltratado ultimamente. .. A conclusão é que você se deu uma gripe de presente. Sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz para se encontrar consigo mesmo.
- Mas ninguém quer uma doença...
A doença reflete uma desarmonia interna em sua alma. Sua doença é o seu aliado, sinaliza que olhe para sua alma e veja o que acontece com você. Agradeça, pois ela lhe dá a oportunidade de fazer as pazes com você mesmo!
- Talvez o mais prático fosse um comprimido ...
Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as guerras matam, sempre trazem a morte.
- Não me diga agora que a medicina mata...
Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos hospitalares.
- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.
Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna se esqueceu da saúde, é uma medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.
- Medicina da doença? Esclareça!
Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é, portanto, um fracasso total.
- Prefere remédios alternativos, por quê?
Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia (será a medicina do século XXI!) Acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia, massoterapia. .. a prática da yoga... a meditação... são mais baratos... e bem menos perigosos.
- Mas eles não salvam ninguém do câncer.
Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?
- Pode fazer isso, sim.
O que fará com certeza é lhe envenenar com coquetéis químicos, lhe queimar com radiação, lhe mutilar com extirpações...
- E, ainda por cima, a cada dia há mais paz com ela... não haverá câncer! Por quê?
Porque as pessoas vivem esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua alma, se estiver em câncer!
- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?
Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa. Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranqüilidade, convicção, delicadeza, terapias suaves...
- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico especialista.
A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo... E se sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.
- Bem, tenhamos então a alma em paz... mas, se por acaso encontrarem a vacina.
Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio (Este da hepatite B, com seu vírus): Você injetaria seus filhos com isso?
- Já tenho feito isso várias vezes...
E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora ... No entanto, hoje meus filhos já não vacinam a seus filhos!
- Acho que vou continuar com as vacinas...
Por quê? A medicina atual mata moscas com um martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há tantos efeitos colaterais.. .
- Por que abominou a medicina?
Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na indústria médica, que prejudica nossa saúde, que vive à custa de que estejamos doentes! Denunciei isso... e fui expulsa da faculdade de Medicina.
- Ou seja, você já não pode prescrever remédios ...
Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo benefício econômico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!
- E a quem interessa a “máfia médica”?
À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por ignorância).. . O que está por trás disso? O dinheiro!
- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno...
Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria morta.
- Qual foi sua última doença?
Dois dias atrás, heheee... uma diarréia!
- E para refletir o que em sua alma?
Oh, eu não sei, eu não analisei... simplesmente limitei-me a não comer... E já me sinto bem!
- Mas, e se ficar muito mal, hein?
Sei, sei... Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador... Seu salvador vive dentro de você. Seu salvador é você. Você é Deus!
"Os homens sempre esquecem que a felicidade humana é uma disposição da mente e não uma condição circunstancial. " John Locke
CUIDE BEM DE VOCÊ
Em: Terapia
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A MENTE, A CAPACIDADE DE CONHECÊ-LA E MUDA-LA É A ARTE DA TRANFORMAÇÃO!
"A alma é uma borboleta...
há um instante em que uma voz nos diz
que chegou o momento de uma grande metamorfose..." Rubem Alves
Acredito em tratamentos não agressivos e que vá na causa real do problema que se apresenta... Juntamente com processos de despertar, especialmente o dar-se conta de que somos 100% responsáveis por tudo a nossa volta, em nosso mundo. Algo precioso que aprendi foi a auto aceitação. Aceitar-se não quer dizer que precisamos carregar em nossa bagagem mais culpas, mas sim que – estamos assim - porém, temos escolhas.
A partir do auto cuidado e vivência tive por ideal de vida ser um elo de auxílio para que outros pudessem sentir o mesmo bem estar físico, mental, emocional e espiritual, resumindo um estar de bem com a vida - paz interior. Paz que conseguimos ao libertar nossa mente de programas e registros subconscientes.
Sou grata à existência, a tudo que pude ter acesso para “descobrir” o EU que realmente sou e a todos que confiaram e confiam em meu trabalho. Gratidão!






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