Sua doença é o seu aliado, não seu inimigo.
Este é um artigo publicado no "La
Vanguardia em 27/11/2002", é uma entrevista antiga, mas de grande
interesse. A Entrevistada é Ghislaine M. Victor Lactot Amela uma
ex-médica e autora de "A Máfia Médica", que desafia o atual sistema
de saúde.
A medicina moderna promove a doença, não a saúde: a denúncia sobre isso está em meu livro "A Máfia Médica".
- Nada.
Nem um pouco de Frenadol?
- Por quê? Para encobrir os sintomas? Não. Cuide de seus sintomas, ouça-se! E sua alma vai lhe dar a receita.
Mas eu fico na cama ou não?
- Pergunte a si mesmo, e faça o que você sente que lhe convém mais. Acredite em si mesmo!
Mas os vírus não se importam com o que eu acredito!
Oh, agora vejo: você escolhe o papel de vítima. Sua atitude é: "Eu peguei a gripe. Eu sou uma vítima de um vírus. Preciso de remédio"!
- Claro que sim, como todos...
Bem, aí está... Minha atitude seria: "Eu me dei uma gripe de presente. Eu
sou o responsável! Devo me cuidar um pouco". E eu gostaria de ir para a
cama, repousaria, relaxaria, meditaria um pouco sobre como eu tenho me
maltratado ultimamente...
- V. se deu uma gripe de presente, você diz?
Sim! Sua doença vem de você, e não de fora. A doença é um presente que você faz
para se encontrar consigo mesmo.
- Mas ninguém quer uma doença...
A doença reflete uma desarmonia interna em sua alma. Sua doença é o seu aliado,
sinaliza: que olhe para sua alma e veja o que acontece com você. Agradeça, pois
lhe dá a oportunidade de fazer as pazes com você mesmo!
- Talvez o mais prático fosse um comprimido...
Fazer a guerra contra a doença? Isso é o que sugere a medicina de hoje, e as
guerras matam, sempre trazem a morte.
- Não me diga agora que a medicina mata...
Um terço das pessoas hospitalizadas o são pelo
efeito dos medicamentos! Nos Estados Unidos, 700.000 pessoas morrem anualmente
por causa dos efeitos colaterais dos medicamentos e dos tratamentos
hospitalares.
- Morreriam do mesmo jeito sem medicação, ora.
Não. Não se mudarmos o foco: a medicina moderna se esqueceu da saúde, é uma
medicina da doença e da morte! Não é uma medicina da saúde e da vida.
Medicina da doença? Esclareça!...
Na China antiga, um acupunturista era demitido se o seu paciente ficasse
doente. Ou seja, o médico cuidava de sua saúde! Entende? Toda nossa medicina é,
portanto, um fracasso total.
- Prefere remédios alternativos, por quê?
Eles respeitam mais o corpo que a medicina industrial, é claro: a homeopatia
(será a medicina do século XXI!) acupuntura, fitoterapia, reflexoterapia,
massoterapia... a prática da yoga... a meditação... o liang gong ;são
mais baratos... e bem menos perigosos.
- Mas eles não salvam ninguém do câncer.
Diga isso à medicina convencional! Ela o salvaria de um câncer?
- Pode fazer isso, sim.
O que fará com certeza é lhe envenenar com coquetéis químicos, lhe queimar com
radiação, lhe mutilar com extirpações( leia-se cirurgias )...
E, ainda por cima, a cada dia há mais câncer! Por quê? Porque as pessoas vivem
esquecendo sua alma (que é divina): a paz de sua alma será a sua saúde, porque
seu corpo é o reflexo material da sua alma. Se você se reencontrar com sua
alma, se estiver em paz com ela... não haverá câncer!
- Belas palavras, mas se seu filho tivesse câncer, o que você faria?
Alimentaria sua fé em si mesmo: isso fortalece o sistema imunológico, o que
afasta o câncer. O medo é o pior inimigo! O medo compromete a sua autodefesa.
Nada de medo, nada de se render ao câncer! Tranqüilidade, convicção,
delicadeza, terapias suaves...
- Desculpe-me, mas faz mais sentido ir a um oncologista, um médico
especialista.
A medicina convencional só deve ser o último recurso, o extremo mesmo... E se
sua alma estiver em paz, você nunca irá precisar dela.
- Bem, tenhamos então a alma em paz... mas, se por acaso encontrarem a vacina.
Não! Elas são produzidas com células de ovário de hamster cancerizadas para
multiplicá-las e cultivá-las em um soro de bezerro estabilizado com alumínio
(Este da hepatite B, com seu vírus): Você injetaria seus filhos com isso?
- Já tenho feito isso várias vezes...
E eu com os meus: Eu era médica, mas ainda não sabia o que sei agora . No
entanto, hoje meus filhos já não vacinam .
- Acho que
vou continuar com as vacinas...
Por quê? A medicina atual mata moscas com um
martelo: nem sempre morre a mosca, mas sempre se quebra a mesa de cristal. Há
tantos efeitos colaterais...
- Por que abominou a medicina?
Tornei-me uma médica para ajudar. Eu me concentrei em Flebologia, as veias
varicosas. Cheguei a ter várias clínicas. Mas fui percebendo o poder mafioso na
indústria médica, que prejudica nossa saúde, que vive à custa de que estejamos
doentes! Denunciei isso... e fui expulsa da faculdade de Medicina.
- Ou seja, você já não pode prescrever remédios...
Melhor! Os medicamentos são fabricados pensando na lógica industrial do máximo
benefício econômico, e não pensando em nossa saúde. Pelo contrário: se estamos
doentes, a máfia médica continua fazendo dinheiro!
- E a quem interessa a "máfia médica"?
À Organização Mundial de Saúde (OMS), às multinacionais farmacêuticas que a
financiam, aos governos obedientes, aos hospitais e médicos (muitos por
ignorância)... O que está por trás disso? O dinheiro!
- Você não escolhe nenhum inimigo pequeno...
Eu sei, porém, se eu tivesse me calado, teria ficado doente e hoje estaria
morta.
- Qual foi sua última doença?
Dois dias atrás, He Heee... uma diarréia!
E para
refletir o que em sua alma?
Oh, eu não sei, eu não analisei... simplesmente limitei-me a não comer... E já
me sinto bem!
- Mas, e se ficar muito mal, hein?
Sei, sei... Se a doença for visitá-lo, acolha-a, abrace-a! Faça as pazes com
ela! Não saia correndo como louco para encontrar um médico, um salvador... Seu
salvador vive dentro de você. Seu salvador é você;
e Você , é Deus!
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A MENTE, A CAPACIDADE DE CONHECÊ-LA E MUDA-LA É A ARTE DA TRANFORMAÇÃO!
"A alma é uma borboleta...
há um instante em que uma voz nos diz
que chegou o momento de uma grande metamorfose..." Rubem Alves
Acredito em tratamentos não agressivos e que vá na causa real do problema que se apresenta... Juntamente com processos de despertar, especialmente o dar-se conta de que somos 100% responsáveis por tudo a nossa volta, em nosso mundo. Algo precioso que aprendi foi a auto aceitação. Aceitar-se não quer dizer que precisamos carregar em nossa bagagem mais culpas, mas sim que – estamos assim - porém, temos escolhas.
A partir do auto cuidado e vivência tive por ideal de vida ser um elo de auxílio para que outros pudessem sentir o mesmo bem estar físico, mental, emocional e espiritual, resumindo um estar de bem com a vida - paz interior. Paz que conseguimos ao libertar nossa mente de programas e registros subconscientes.
Sou grata à existência, a tudo que pude ter acesso para “descobrir” o EU que realmente sou e a todos que confiaram e confiam em meu trabalho. Gratidão!






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